A Câmara Brasileira do Livro (CBL) acaba de assinar, nesta manhã (24/fev.), acordo para criação do Cadastro Nacional de Livros. A iniciativa, com o apoio direto da Federación de Gremios de Editores de España e da Fundação Biblioteca Nacional, resultará numa plataforma on-line disponibilizando a maior base de dados dos títulos em língua portuguesa, tendo como referência a plataforma espanhola Dilve (Distribuidor de Información del Libro Español en Venta).
Baseado na internet, esse cadastro padronizará e centralizará todas as informações das obras publicadas e comercializadas no Brasil, com impacto direto na cadeia produtiva do livro. A ferramenta permitirá a consulta completa de dados sobre qualquer livro publicado no País, além de facilitar o processo de sua busca e compra, simplificando o trabalho do conjunto de agentes do setor editorial.
Com ele, a CBL informa que pretende beneficiar editoras (ganham uma vitrine global e padronizada para divulgação de seus títulos), pequenos produtores (irão expor seus trabalhos a todos os envolvidos na rede comercial), pequenas e médias editoras (terão nova ferramenta para atingir distribuidoras e livrarias), livrarias (com acesso a milhares de livros e venda no Brasil), órgãos governamentais (nos processos de tomada de decisão de compra de títulos) e mídia impressa e online (contarão com a maior base aliada à melhor experiência de consulta de livros).
Essa iniciativa da CBL promete, e seus impactos decerto não serão pequenos. A versão beta do software do Cadastro Nacional de Livros estará à disposição das editoras a partir de abril. Já a versão oficial de testes será posta no ar em julho para experimentação pelo mercado editorial brasileiro.
25 de fevereiro de 2011
22 de fevereiro de 2011
Obras de Machado de Assis em hipertextos
A disponibilização na web de clássicos da literatura que caíram em domínio público já não é novidade. Inclua-se aí páginas brasileiras da internet com nomes do porte de um Machado de Assis, por exemplo*. A novidade é que obras como Dom Casmurro e Helena agora estão sendo postadas com inúmeros links ao longo dos seus textos, remetendo a referências das mais diversas, que complementam sua leitura ao contextualizar a época das narrativas e subsidiar o leitor naquilo dificultado pela distância do período em que os livros foram escritos.É o que o site Romance em Hipertexto proporciona a seus navegadores como fruto de um projeto de pesquisa desenvolvido pela Fundação Casa de Rui Barbosa, com o apoio do CNPq e da FAPERJ. Nele, junto com o acesso ao conteúdo integral de cada obra, são oferecidas também, em notas em forma de links, “explicações sobre todas as citações e alusões do texto: tanto as de natureza simbólica (autores, obras de arte, personagens, fatos históricos referidos por Machado de Assis), como as menções a lugares e instituições não-ficcionais (bairros e ruas da cidade do Rio de Janeiro, lojas, teatros, cafés que as personagens machadianas frequentam)” – registra no site Marta de Senna, coordenadora do projeto Romances de Machado de Assis como Hipertexto.
Além dos dois livros citados, já estão disponibilizados no site Ressurreição, A Mão e a Luva, Iaiá Garcia, Memórias Póstumas de Brás Cubas, Esaú e Jacó, Quincas Borba e Memorial de Aires. Os demais romances de Machado estarão disponíveis daqui a alguns meses, é o que promete a equipe que lida com a edição e preparação dos links desses textos.
Fundação Casa de Rui Barbosa http://www.casaruibarbosa.gov.br/; Rua São Clemente, 134, Botafogo/RJ, (21) 3289-4600
(*) Outras prateleiras virtuais de obras de Machado
....http://machado.mec.gov.br/ parceria entre o Portal Domínio Público (a biblioteca digital do MEC) e a Universidade Federal de Sta. Catarina: organiza, sistematiza, complementa e revisa as edições digitais existentes na rede, gerando o que se pode chamar de Coleção Digital Machado de Assis;
....http://www.uol.com.br/machadodeassis/ coleção completa dos 217 contos de Machado: 205 reconhecidos consensualmente como da pena do autor, dez que lhe foram atribuídos por Magalhães Júnior (incorporados a despeito de dúvidas sobre tal autoria) e dois usualmente classificados como crônicas, aí incluídos devido a seu caráter ficcional.
21 de fevereiro de 2011
Encontro internacional discute economia criativa
Criatividade, imaginação e inovação aplicadas tanto na esfera dos produtos e serviços, como também na gestão de negócios, nos processos e tecnologias compõem, resumidamente, o que hoje em dia se configura como 'economia criativa'.O termo, adotado em 2001 pelo inglês John Howkins, no livro The Creative Economy, refere-se à capacidade dos indivíduos de utilizar o seu capital intelectual como principal ferramenta produtiva. Em outras palavras, boas ideias agregando valor econômico e se constituindo como recurso diferenciado na competição pelo mercado de produtos e serviços.
Para discutir esse conceito e suas relações com a indústria, o design e a cultura, a Associação Objeto Brasil, em parceria com a Apex-Brasil, promoverá o Seminário Internacional IDEA/Brasil 2011, no dia 2 de março, às 19h, na ESPM (à Rua Dr. Álvaro Alvim, 123, Vila Mariana). Vale conferir!
Mais informações e inscrições no site da Objeto Brasil.
Mais informações e inscrições no site da Objeto Brasil.
17 de fevereiro de 2011
Comunicação estratégica não pode ficar no discurso
Segue a reprodução do artigo escrito pelo professor da USP Wilson Bueno, publicado no Portal da Revista Imprensa, em 16/fev. É interessante notar, nos exemplos citados no texto, entre tantos outros que temos conhecimento, quão desconexos estão ainda o discurso e a prática das instituições, no que diz respeito às suas políticas de comunicação. Tanto que, nos tempos de crise, a primeira área a ser cortada do universo corporativo é a de comunicação; já nos tempos de bonança, ela ao menos sobrevive, mas jamais como estratégica. "A comunicação estratégica não pode ficar apenas no discurso
O discurso da comunicação estratégica, e também o da comunicação integrada, frequentam o universo da comunicação empresarial há um longo tempo e, pelo que se percebe, a teoria e a prática, neste caso, estão completamente desalinhadas. Como assim? Ora, com exceção de algumas poucas organizações, a comunicação estratégica (deixemos para analisar a comunicação integrada em um próximo artigo) anda claudicando redondamente por vários motivos.
Em primeiro lugar, ela não pode ser efetivamente estratégica se não está umbilicalmente vinculada ao planejamento estratégico, o que quer dizer estritamente sintonizada com a gestão e a cultura organizacionais. Em boa parte das empresas, entidades etc, a comunicação não passa mesmo de um apêndice, de que se lança mão em determinados momentos e que é vista como mera ferramenta, portanto sob uma perspectiva exclusivamente operacional.
Em segundo lugar, a comunicação estratégica, para ser assim considerada, necessita estar respaldada em pesquisa, bancos de dados inteligentes, metodologias de avaliação/mensuração e para construção de cenários. Não pode ficar à mercê da intuição, do feeling dos gestores, aquela velha e ultrapassada conversa de que 'minha experiência garante o que estou fazendo'.
Finalmente, a comunicação estratégica exige conhecimento profundo dos públicos de interesse, dos stakeholders, e , convenhamos, a maioria das nossas organizações não anda fazendo direito a lição de casa. Muitas porque nem se deram conta de que não é possível incorporar inteligência à comunicação empresarial sem que o perfil dos públicos esteja suficientemente desenhado e que, portanto, esta é uma etapa fundamental do processo de construção da estrátegia. Como definir ações, estratégicas (a comunicação estratégica define estratégias ou não?), se apenas temos uma vaga impressão sobre os públicos? Como definir canais de relacionamento, níveis de discurso, posicionamentos etc, se não sabemos adequadamente os seus hábitos, a suas expectativas, as suas demandas e preferências?
Esta tarefa não é, sabemos disso, fácil: muito pelo contrário é cada vez mais complexa porque mudanças profundas estão ocorrendo no perfil dos públicos que se adaptam vertiginosamente às tecnologias, aos embates entre o global e o local, que se acomodam a novas relações de trabalho e assim por diante.
Os jornais dos últimos dias trouxeram alguns dados interessantes para a nossa reflexão a este respeito. Citemos apenas duas reportagens do Valor Econômico, ambas do dia 9 de fevereiro último. A primeira delas, com o título, Desemprego de jovens se torna epidemia mundial (p. A12) evidencia um fenômeno que se repete em todos os cantos: não há espaço no mercado de trabalho para os milhões de jovens, mesmo para uma maioria bem formada (ou com curso superior). Jovens sem emprego quer dizer jovens sem renda, jovens que podem estar buscando alternativas socialmente não louváveis para garantir o seu sustento ( o que provoca aumento dos índices de criminalidade) e que estão, em muitos casos, liderando movimentos sociais para exigir a mudança desse cenário. Os jovens têm estado à frente de protestos violentos nos países árabes (Egito, Irã etc) e engrossam os movimentos dos sem terra, dos que repudiam a agressão ao meio ambiente etc. São eles basicamente que se manifestam ruidosamente nas redes sociais exigindo posturas éticas de organizações e de governos. Os jovens clamam por democracia, pelo repúdio ao autoritarismo, esteja ele vinculado a ditadores nos governos ou a chefias nas empresas.
Um número expressivo de organizações ainda não acordou para esta realidade e continua apostando em sistemas não democráticos, em condições de trabalho que não privilegiam a qualidade de vida, que legitimam o assédio moral, e que inclusive restringem, quando não proíbem, o acesso às redes e mídias sociais.
Muitas organizações, portanto, estão comprometidas com uma cultura e uma gestão que afrontam os valores dos jovens e que não conseguem conviver com eles, enquanto funcionários ou consumidores. Há um vácuo neste relacionamento, que se define como resultado de um choque de culturas. Mas as empresas não podem descartar os jovens (eles são a maioria da força de trabalho em determinados setores) e, portanto, terão que rever este modelo que permaneceu atrelado ao passado e que insiste em não fazer a transição para a modernidade.
Mas esta divergência, esta falta de sintonia não se observa apenas na relação entre as organizações e os jovens, mas pode ser observada também na interação das empresas com os mais velhos.
Outra reportagem do Valor Econômico (p.B9) - com o título Uma geração envelhece e força as empresas a mudar nos EUA - escancara uma outra face desta realidade complexa: há um contingente expressivo de pessoas - os baby boomers (constituído pelos nascidos entre 1946 e 64), que estão chegando agora aos 65 anos, e que têm um perfil muito singular. Embora passem dos sessenta, eles não gostam, de forma alguma, de serem considerados "cartas fora do baralho" , fazem questão de participar ativamente do mercado de trabalho, querem ser reconhecidos como protagonistas do nosso tempo. Estes 'velhos dinâmicos' não se assumem como efetivamente aposentados (porque não são) e têm exigências em relação às empresas, suas posturas, seus produtos etc. E, o que é pior paras as organizações, têm peso no mercado de trabalho, nas relações de consumo e conseguem, muitos deles, ser referência para os que estão chegando agora no mercado, exatamente porque bem sucedidos.
Nos Estados Unidos, explica a reportagem, as empresas estão 'pulando miudinho' para entender o que desejam e para atendê-los até porque há estatísticas confiáveis que garantem que os 76 milhões de baby boomers por lá são responsáveis pela metade do consumo total das famílias e devem gastar mais de 50 bilhões de dólares apenas nesta década. Ora, nenhuma empresa americana (nem brasileira) vai querer abrir mão deste público, por todas as razões, mas sobretudo porque no mínimo vai doer no bolso, a parte mais sensível de boa parte delas.
E como fica a comunicação estratégica, se não acompanha, não monitora estas mudanças estruturais? Fica como o rei nu diante dos seus súditos.
Todos sabemos que os stakeholders têm o poder de impactar a imagem, a reputação e por extensão os negócios das organizações e que, portanto, toda comunicação efetivamente estratégica deveria estar apoiada em conhecimento mais do que trivial sobre os seus perfis. Mas isso ocorre? Não, é a resposta óbvia porque, na prática (a teoria é como a web, aceita tudo!), as organizações estão longe de garantir uma comunicação estratégica na verdadeira acepção da palavra (ou da expressão), como vimos no início deste artigo.
A constatação é uma só: ou os gestores definitivamente guindam a comunicação à sua condição de estratégica, superando o nível do mero discurso, ou vão ter problemas logo ali à frente, se é que já não estão sentindo o bafo do insucesso nas suas nucas.
Conhecer bem os públicos, interagir ética e transparentemente com os stakeholders, é uma questão de sobrevivência. Não há saída para o amadorismo, para a intuição não respaldada em fatos ou dados empíricos, para uma comunicação sem inteligência, sem pesquisa. Quem viver, verá. Quem apostar contra isso, terá que pagar a fatura."
Ilustração: Gossip, de Norman Rockwell.
16 de fevereiro de 2011
2.º Congresso Internacional do Livro Digital acolherá trabalhos científicos e acadêmicos
Uma sessão especial para trabalhos científicos e acadêmicos, coordenada pelo prof. Cesar Alexandre de Souza (FEA/USP) e Daniel Pinsky (Comissão do Livro Digital/CBL), será uma das novidades do 2.º Congresso Internacional do Livro Digital (26 e 27/jul.), que está sendo preparado em São Paulo pela Câmara Brasileira do Livro (CBL).
A criação dessa sessão traz como objetivo estimular a difusão de pesquisas e de trabalhos empíricos ou conceituais inéditos que abordem temas como ‘novos modelos de negócios relacionados aos livros digitais’, ‘aspectos de usabilidade de leitores digitais (e-readers)’; ‘bibliotecas digitais’; ‘aspectos educacionais dos livros digitais’; ‘direitos autorais e copyright’; ‘marketing do livro digital’; ‘redes sociais e livros digitais’ e ‘o novo papel do editor’.
Os textos selecionados serão publicados no site do evento e seus autores receberão inscrição para participar do congresso (uma inscrição por trabalho). Os dois melhores trabalhos receberão fast track para publicação na Revista de Gestão da USP (Rege). Além disso, o vencedor ganhará prêmio de mil reais e o segundo colocado, de 500 reais.
Prazo final para envio dos trabalhos: 2/maio/2011. O resultado será divulgado dia 2/jul., juntamente com a data de cada apresentação na sessão.
Remeter os trabalhos para calesou@usp.br e digital@cbl.org.br, em arquivo do MS-Word (2003 ou superior), atendendo aos seguintes requisitos de formatação:
. papel A4 com margens: superior 3 cm, inferior 2 cm, direita 2 cm, esquerda 3 cm;
. fonte: Times New Roman, tamanho 12; espaçamento simples e parágrafo justificado;
. extensão: mínimo de 8 páginas máximo de 16, incluindo a primeira (apenas título e resumo), tabelas, figuras, referências bibliográficas e notas de final de texto;
. citações e referências: normas ABNT.
A criação dessa sessão traz como objetivo estimular a difusão de pesquisas e de trabalhos empíricos ou conceituais inéditos que abordem temas como ‘novos modelos de negócios relacionados aos livros digitais’, ‘aspectos de usabilidade de leitores digitais (e-readers)’; ‘bibliotecas digitais’; ‘aspectos educacionais dos livros digitais’; ‘direitos autorais e copyright’; ‘marketing do livro digital’; ‘redes sociais e livros digitais’ e ‘o novo papel do editor’.
Os textos selecionados serão publicados no site do evento e seus autores receberão inscrição para participar do congresso (uma inscrição por trabalho). Os dois melhores trabalhos receberão fast track para publicação na Revista de Gestão da USP (Rege). Além disso, o vencedor ganhará prêmio de mil reais e o segundo colocado, de 500 reais.
Prazo final para envio dos trabalhos: 2/maio/2011. O resultado será divulgado dia 2/jul., juntamente com a data de cada apresentação na sessão.
Remeter os trabalhos para calesou@usp.br e digital@cbl.org.br, em arquivo do MS-Word (2003 ou superior), atendendo aos seguintes requisitos de formatação:
. papel A4 com margens: superior 3 cm, inferior 2 cm, direita 2 cm, esquerda 3 cm;
. fonte: Times New Roman, tamanho 12; espaçamento simples e parágrafo justificado;
. extensão: mínimo de 8 páginas máximo de 16, incluindo a primeira (apenas título e resumo), tabelas, figuras, referências bibliográficas e notas de final de texto;
. citações e referências: normas ABNT.
11 de fevereiro de 2011
Biblioteca não só para inglês ver
Os amantes da literatura britânica e interessados em estar atualizados com notícias do Reino Unido têm na Biblioteca e Centro de Informação da Cultura Inglesa São Paulo um excelente serviço à sua sede de cultura: lá estão disponíveis 7 mil títulos consagrados de literatura contemporânea e clássica, inclusive livros inéditos no Brasil, e uma coleção com os principais periódicos britânicos. O acesso é gratuito, mas para retirar livros e revistas é preciso se associar à biblioteca (anuidade de R$ 20). Com isso, fica-se também com direto a 50% de desconto nos eventos promovidos pela Cultura Inglesa São Paulo.Em uma parceria com o British Council, a Biblioteca do Centro Brasileiro Britânico, fundado em 2000 no bairro de Pinheiros, na capitla paulista, conta ainda com acervo complementar em artes, geografia, história, peças teatrais e biografias. Encabeçam a lista dos mais procurados High Fidelity, de Nick Hornby, Bridget Jones Diary, de Helen Fielding, Harry Potter and the Order of the Phoenix, de J. K. Rowling, e Atonement, de Ian McEwan. Obras de e sobre Shakespeare totalizam 340 livros. Destaque ainda para as coleções completas de revistas como a Granta (1979 a 2010) e a In Britain (1972 a 2010). Hoje com mais de mil associados, a biblioteca conta com uma equipe especializada e bilíngüe para orientar os usuários, indicar livros e até dar dicas sobre programas de estudos no Reino Unido.
O Centro Brasileiro Britânico reúne instituições e atividades relacionadas à cultura, educação, lazer e comércio entre Brasil e Reino Unido. Seus 13 mil m2 área total abrigam, além da biblioteca, a Sala Cultura Inglesa (Duke of York Auditorium), com 160 lugares, três galerias para exposições, um centro de informação sobre o Reino Unido, um restaurante para até 250 pessoas, salas para reuniões individuais ou em grupos. Também é sede das seguintes instituições: Consulado Geral Britânico, Câmara Britânica de Comércio, British Broadcasting Corporation (BBC), British Council, Visit Britain e Fundação Britânica de Beneficência.
Centro Brasileiro Britânico R. Ferreira de Araújo,741 - Pinheiros - S. Paulo - (11) 2126-7500; de 2.a a 6.a, das 9h às 19h; e-mail: centro.info@britishcouncil.org.br
foto: divulgação
7 de fevereiro de 2011
Google Art Project
Um novo site foi posto à disposição do público em 1.o/fev.: o Google Art Project. Fruto da colaboração entre o Google e 17 museus e galerias internacionais, a ferramenta permite que o interior desses espaços culturais seja agora visitado em excursões virtuais, utilizando a mesma tecnologia do Google Street View.Por esse meio, os visitantes podem analisar as obras de arte de perto e criar suas próprias coleções pessoais para compartilhar com amigos ou visitá-las em outros momentos. Assim, mais de mil obras espalhadas pelo planeta têm como ser apreciadas com boa qualidade de imagem e condições de interação, em percursos virtuais de 360 graus pelas galerias desses museus.
MoMA (Nova York), Smithsonian (Washington), Hermitage (St. Petersburgo), Palácio de Versalhes (próximo a Paris), Rijksmuseum e Van Gogh (Amsterdã), Tate (Londres), Reina Sofía e Thyssen Bornemisza (Madrid), Tretyakov (Moscou) e Uffizi (Florença) estão entre os locais incluídos na programação.
O Google obteve obras com resolução de 7 bilhões de píxels (qualidade de imagem mil vezes superior à das câmaras digitais convencionais), proporcionando uma visão do traço desses trabalhos. Além disso, explicações de especialistas em arte em vídeos do YouTube, de cerca de três minutos cada, acompanham essas imagens. É só viajar e se deliciar, nem passaporte requer.
Imagem: A Ronda Noturna – Rembrandt (Rijksmuseum)
Veja imagens dos bastidores do Street View e a captação em alta resolução para o Art Project.
4 de fevereiro de 2011
Obras da 29ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo percorrem o Brasil
Um recorte da 29ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo, ocorrida na capital paulista de 25/ago. a 12/dez. do ano passado, vai agora percorrer 12 cidades brasileiras, nas regiões Sudeste, Nordeste, Sul e Centro-oeste. A intinerância começou em Belo Horizonte, em 18/jan., no Palácio das Artes. Em março, a mostra ocupa o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e o de Salvador. Em abril chega ao Museu Oscar Niemeyer, de Curitiba. Para maio estão agendadas exposições no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Porto Alegre) e no Museu Nacional de Brasília. Em julho encerra-se a turnê nacional no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, em Recife.O público do interior de São Paulo deve ficar ligado na programação das unidades do Sesc nas cidades de Campinas, Santos, Araraquara, Ribeirão Preto e Piracicaba. Entre os meses de abril e junho, essas obras da Bienal de São Paulo poderão ser vistas por lá.
Originalmente, 29ª edição da mostra de São Paulo reuniu trabalhos de 161 artistas no Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera. Com o título emprestado de um verso do poeta Jorge de Lima (“Há sempre um copo de mar para um homem navegar”), a mostra teve curadoria de Moacir dos Anjos e de Agnaldo Farias.
indicação: fotógrafo Júlio Garbellini; imagem: cartaz de divulgação da 29 Bienal
'Planejamento Estratégico para Editores'
Este é título do seminário especial que a Escola do Livro estará promovendo no dia 21/fev. (segunda), das 9h30 às 17h30, na sede da Câmara Brasileira do Livro (CBL), em São Paulo. Apresentado pelo jornalista e editor José Antônio Rosa, terá como eixo central a necessidade de reposicionamento estratégico que as editoras necessitam ter em função das enormes e aceleradas mudanças que vem passando a indústria editorial. No atual cenário competitivo, as empresas desse universo de negócios cabem, mais do nunca, encontrar nichos sustentáveis, o que requer uma reengenharia estratégica e organizacional.Diante do quadro apresentado pela indústria do livro no mundo e no Brasil, com suas tendências e necessária gestão estratégica que estas demandam, qual seria o papel do editor como efetivo estrategista? Que modelo de planejamento propor para cada casa editorial? São questões como estas que o doutor em ciências da comunicação (ECA/USP) e mestre em administração de empresas (PUC/Campinas) José Antônio se propõe a debater com os participantes do seminário.
Taxa de adesão: R$ 150,00 (associado); local: CBL – Rua Cristiano Viana, 91 – Pinheiros – São Paulo/SP; contato: escoladolivro@cbl.org.br; (11) 2944-6090
2 de fevereiro de 2011
O futuro digital do livro, por Mike Shatzkin
Quem é ligado no mercado editorial certamente está sempre lincado ao site do PublishNews. Nele, entre notícias, anúncios e matérias que retratam e analisam regularmente esse universo profissional, destaco a coluna do consultor novaiorquino Mike Shatzkin. Para os interessados nos rumos da área editorial diante dos desafios e oportunidades conferidos pela atual realidade digital, acompanhar as análises desse camarada com mais de 40 anos de experiência nesse segmento industrial faz-se obrigatório.Shatzkin é fundador e diretor-presidente da consultoria editorial The Idea Logical Co., com sede em Nova York, de onde acompanha as tendências desse mercado e, anualmente, coordena a conferência Digital Book World, sobre o futuro digital do livro. O texto que assina na coluna é publicado originalmente em seu blog The Shatzkin Files (www.idealog.com/blog). Naturalmente ele pauta sua análise sobretudo pelo mercado americano, e ainda um pouco o europeu. Mas trata-se justamente dos rumos que tal segmento editorial terá em todo o planeta.
Em seu mais atual artigo, “DRM pode não evitar a pirataria, mas pode proteger as vendas”, Shatzkin aborda essa tecnologia que permite às editoras ou livrarias restringirem o uso, a leitura e as cópias dos arquivos digitais, aspecto central na comercialização do livro digital em formato ePub, e que muito ainda tem de embate e indefinições. O autor pede que não se junte as duas coisas na mesma discussão. E chega a afirmar que o fato de que pirataria e DRM seremparte da mesma discussão "é tão controverso quanto o fato de que a pirataria é uma ameaça às editoras e de que o DRM deve ser empregado em tudo”. Certamente uma discussão que está longe de se esgotar.
foto: PublisNews
28 de janeiro de 2011
Curso de contação de histórias
A Associação Viva e Deixe Viver realizará um curso de Contação de Histórias de 7/fev. a 2/maio em São Paulo, tendo em vista aspectos como refletir sobre o papel do contador de histórias na sociedade contemporânea, ampliar o vocabulário dos envolvidos nessas apresentações e experimentar procedimentos corporais. Com duração total de 36 horas e sob a responsabilidade do professor Giuliano Tierno de Siqueira, o curso atende ao projeto da associação em treinar e capacitar voluntários para se tornarem contadores de histórias em hospitais para crianças e adolescentes internados em nove cidades brasileiras.
Por meio de atividades culturais que estimulam o desenvolvimento das aptidões dessas crianças, a entidade contribui para a humanização dos serviços a elas destinados, integra
ndo no seu cotidiano as condições sensíveis de comunicação e interação com a realidade externa. Para realizar seu objetivo, a Associação Viva e Deixe Viver recebe como doação pelo menos duas horas semanais de seus voluntários que contam ou fazem histórias.
Por meio de atividades culturais que estimulam o desenvolvimento das aptidões dessas crianças, a entidade contribui para a humanização dos serviços a elas destinados, integra
ndo no seu cotidiano as condições sensíveis de comunicação e interação com a realidade externa. Para realizar seu objetivo, a Associação Viva e Deixe Viver recebe como doação pelo menos duas horas semanais de seus voluntários que contam ou fazem histórias. Inscrições devem ser feitas online: www.vivaedeixeviver.org.br. Custo: R$ 245 para voluntários do Viva e R$ 300 para não associados. Mais informações: (11) 3081-6343; cursos@vivaedeixeviver.org.br
Realização do curso: Av. Rebouças, 1.206 - cj. 6 - Pinheiros - São Paulo/SP.
Realização do curso: Av. Rebouças, 1.206 - cj. 6 - Pinheiros - São Paulo/SP.
foto: divulgação
27 de janeiro de 2011
Mostra 'Cora Coralina – Coração do Brasil'
A exposição Cora Coralina – Coração do Brasil, que passou pelo Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, em comemoração aos 25 anos de morte (2010) da poetisa e contista goiana, chega agora ao Rio de Janeiro. O Centro Cultural Banco do Brasil estará com a mostra até o dia 13 de março, com entrada gratuita. A curadoria é de Júlia Peregrino e a cenografia, de Daniela Thomas.Cora Coralina (20/ago./1889-10/abr./1985) – pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas – sempre escreveu, mas apenas em 1965, já aos 75 anos, é que publica o primeiro dos seus oito livros: Poemas dos Becos de Goiás e outras histórias mais. Doceira por profissão, viu-se impedida de participar da Semana de Arte Moderna (1922) por proibição do marido. Logo viúva, mudou de cidades algumas vezes, vivendo da venda de linguiças e dos doces que fazia, e, mais tarde, dos seus livros.
Seu nome só chegou ao grande público em 1979, quando Carlos Drummond de Andrade ‘atestou’ a qualidade de sua produção. Assim, passou finalmente a ser reconhecida como a porta-voz de uma realidade interiorana já afetada pelo avanço da modernidade. Entre outros prêmios, obteve o Troféu Juca Pato, em 1983, que lhe foi concebido pela União Brasileira dos Escritores.
Centro Cultural Banco do Brasil: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro/RJ, de 3.a a domingo, das 9h às 21h; tel.: (21) 3808-2020
foto: do site Antonio Miranda
26 de janeiro de 2011
CBL prepara II Congresso Internacional do Livro Digital
Os caminhos exatos que os livros eletrônicos irão percorrer é algo que ainda está por se definir. Mas, sem sombra de dúvida, eles chegaram ao mercado editorial para ficar! Alguns números dão boa indicação disso. A Google eBooks, a livraria na web do Google, criada no final do ano passado, já tem mais de 3 milhões de livros para venda ou download gratuito de 4 mil casas editoriais espalhadas pelo planeta. Ainda em 2010, o faturamento das grandes editoras americanas na comercialização de e-books correspondeu a 9% do lucro total, frente a 3%, em 2009, e 1%, em 2008. Ou seja, crescimento francamente exponencial.

Em resposta a tal tendência, a Câmara Brasileira do Livro (CBL) está preparando o II Congresso Internacional do Livro Digital para o final de julho deste ano na capital paulista. A primeira edição do evento (mar./10) havia superado todas as expectativas de público, indicando a enorme demanda pelo assunto e suas implicações para o universo editorial. Assim, o congresso internacional deste ano promete trazer impacto muito maior a toda cadeia produtiva do livro brasileira na discussão de temas relativos ao impacto da era digital em nosso mercado, enriquecida pela participação de palestrantes internacionais.
Em formato de palestras e mesas-redondas, o congresso tratará temáticas sobre comportamento do consumidor e sua geração digital, pirataria e direitos autorais, a profusão de downloads gratuitos, desenvolvimento e gestão de produtos, nichos de mercado e marketing para livro digital, e o novo papel de distribuidores, livrarias e editores.
Ou seja, irá despertar muito interesse num segmento editorial que já está trazendo impactos consideráveis ao mercado e que, ao mesmo tempo, ainda tem muito por ser compreendido e mesmo definido. Fique ligado no site da CBL, sobre os encaminhamentos a esse respeito.
foto: divulgação

Em resposta a tal tendência, a Câmara Brasileira do Livro (CBL) está preparando o II Congresso Internacional do Livro Digital para o final de julho deste ano na capital paulista. A primeira edição do evento (mar./10) havia superado todas as expectativas de público, indicando a enorme demanda pelo assunto e suas implicações para o universo editorial. Assim, o congresso internacional deste ano promete trazer impacto muito maior a toda cadeia produtiva do livro brasileira na discussão de temas relativos ao impacto da era digital em nosso mercado, enriquecida pela participação de palestrantes internacionais.
Em formato de palestras e mesas-redondas, o congresso tratará temáticas sobre comportamento do consumidor e sua geração digital, pirataria e direitos autorais, a profusão de downloads gratuitos, desenvolvimento e gestão de produtos, nichos de mercado e marketing para livro digital, e o novo papel de distribuidores, livrarias e editores.
Ou seja, irá despertar muito interesse num segmento editorial que já está trazendo impactos consideráveis ao mercado e que, ao mesmo tempo, ainda tem muito por ser compreendido e mesmo definido. Fique ligado no site da CBL, sobre os encaminhamentos a esse respeito.
foto: divulgação
20 de janeiro de 2011
Feira do Livro de Gastronomia e do Vinho na França
Você está com viagem marcada para o início de março a Paris? Pois então anote: a capital francesa sediará, de 2 a 6 de março, a Feira do Livro de Gastronomia e do Vinho (a Paris Cook Book Fair). O evento se dará no Le104, espaço cultural e artístico criado no XIXème Arrondissiment, que valoriza uma região pobre, de residência de operários, desempregados e estrangeiros ilegais.Durante o evento, ficarão expostos livros de gastronomia e de vinho do mundo inteiro. Neste ano a previsão é de que cerca de 4 mil profissionais do livro, de mais de 45 diferentes países, estarão por lá, entre eles Alemanha, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, Inglaterra, Itália, Japão, Líbano, Malásia, México, Peru e, claro, a França.
No primeiro dia, antes da abertura oficial da feira serão revelados os nomes dos vencedores do Prêmio Gourmand Book Award, o mais célebre prêmio de gastronomia e vinhos do planeta, criado por Edouard Cointreau em 1995. Os livros competem em 41 categorias de gastronomia e em 18 de vinhos. Numa primeira fase, títulos de cada país concorrem entre si e os ganhadores, depois, disputam ainda ao Best in The World, que elege o melhor livro do ano em gastronomia/vinhos, aí entre todos os países inscritos.
foto: divulgação
19 de janeiro de 2011
Coleção Aplauso disponibiliza títulos para downloads gratuitos
Biografias de artistas, cineastas e dramaturgos, além de roteiros de cinema, peças de teatro e material sobre a trajetória de emissoras de TV no Brasil compõem os livros da Coleção Aplauso, lançada pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo em 2004. Até aqui, 256 títulos foram produzidos, tendo na coordenação geral o crítico de cinema Ruben
s Ewald Filho e, como editor assistente, o promotor cultural Cláudio Erlichman.
Detalhe: os títulos podem ser baixados gratuitamente da web em formato PDF, diretamente do site da Coleção Aplauso. Com isso, atingiu-se o fantástico número de 130 mil downloads. O campeão? O livro Quanto vale ou é por quilo?, roteiro do filme de Eduardo Benain: foi baixado cerca de 7.300 vezes. Outros que encabeçam a lista de preferidos do público são O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, A Cartomante, A Hora do Cinema Digital e O Bandido da Luz Vermelha.
O objetivo da coleção é “preservar a memória da cultura nacional e democratizar o acesso ao conhecimento”, reforça Cláudio Erlichman. Vale a pena dar uma passeada pelas páginas eletrônicas da Aplauso, cujos títulos proporcionam verdadeiro tour pela história do cinema, da televisão e do teatro brasileiros e de seus principais protagonistas.
s Ewald Filho e, como editor assistente, o promotor cultural Cláudio Erlichman.Detalhe: os títulos podem ser baixados gratuitamente da web em formato PDF, diretamente do site da Coleção Aplauso. Com isso, atingiu-se o fantástico número de 130 mil downloads. O campeão? O livro Quanto vale ou é por quilo?, roteiro do filme de Eduardo Benain: foi baixado cerca de 7.300 vezes. Outros que encabeçam a lista de preferidos do público são O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, A Cartomante, A Hora do Cinema Digital e O Bandido da Luz Vermelha.
O objetivo da coleção é “preservar a memória da cultura nacional e democratizar o acesso ao conhecimento”, reforça Cláudio Erlichman. Vale a pena dar uma passeada pelas páginas eletrônicas da Aplauso, cujos títulos proporcionam verdadeiro tour pela história do cinema, da televisão e do teatro brasileiros e de seus principais protagonistas.
17 de janeiro de 2011
Vem aí 'Itinerau'
22 de novembro de 2010
Casal Mahle recebe homenagem do Rotary Club Paulista
O recital para o casal Mahle terá início às 20h, na Casa da Amizade, sede do Rotary Club em Piracicaba-SP, à Avenida Luciano Guidotti, 2.223, com entrada franca.
4 de novembro de 2010
Inscrições para a Virada e o Circuito Cultural 2011
As inscrições para a Virada e o Circuito Cultural Paulista 2011 estão abertas. A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo já está recebendo propostas de espetáculos de teatro, música, dança, circo e outras modalidades artísticas, de artistas e grupos interessados em participar desses eventos. A Virada é tida como o maior evento cultural do interior: neste ano, 30 cidades paulistas participaram dela, que ofereceu 1.070 atividades e envolveu mais de 2 mil artistas e técnicos.Os interessados devem preencher o formulário de inscrição online neste endereço: www.inscricoescircuitoevirada.sp.gov.br. É preciso disponibilizar, entre outros dados, links para visualização (no caso de espetáculos de artes cênicas) ou audição (como de shows musicais), na íntegra, em site oficial, youtube ou myspace (caso não consiga publicar na íntegra, é necessário trecho do espetáculo corrido com duração de 7 a 15 min.).
As inscrições vão até o dia 30 de novembro e, após a avaliação, as equipes de cada programa entrarão em contato com os selecionados.
Foto: Jac©Edit
2 de novembro de 2010
À caça de um assassino
literalmente sua assistência em busca
de um assassino pela
Praça do Relógio da USP!
Vá com roupa e calçado confortáveis –
Vá com roupa e calçado confortáveis –
a perseguição será longa!
Todas as 5.as e 6.as de novembro, às 20h.
www.coletivodegalochas.blogspot.com
Todas as 5.as e 6.as de novembro, às 20h.
www.coletivodegalochas.blogspot.com
1 de novembro de 2010
Marilu Trevisan expõe ‘Calendários’
A artista plástica Marilu Trevisan fará abertura de sua mais nova exposição Calendários, no próximo dia 5/nov. (sexta), às 2oh, em seu ateliê, à Rua Dez de Novembro, 142, no bairro S. Judas Tadeu, em Piracicaba. A visitação a esses trabalhos poderá ser feita até 5/dez., no horário comercial.Formada em artes plásticas (Faculdade de Belas Artes de São Paulo), educação artística (Faficile) e pedagogia (Unimep), Marilu é reconhecida como pesquisadora em técnicas como isogravura em cerâmica, papel, tecido e, muito especialmente, em xilogravura. Em seu ateliê em Piracicaba, Marilu também ministra oficinas e tem suas obras em permanente exposição.
Mais informações: (19) 3035-4650; marilu@folha.com.br; www.brechodaxilogravura.com.br
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